segunda-feira, 30 de novembro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Homenagem
Prof. Dr. Eng. Edgar Cardoso
(1913 - 2000)
É um dos maiores génios da engenharia civil nacional e internacional. Edgar Cardoso executou mais de meio milhar de estudos e projectos. Para ele, a engenharia era o equivalente a um romance fabuloso que só aquele escritor poderia escrever: irrepetível e único. Irreverente, gostava de inovar em cada trabalho. Engenheiro, arquitecto, professor e investigador, notabilizou-se pelas pontes que projectou. “Arquitectonicamente, são obras de arte”, admira o arquitecto José Manuel Fernandes. Para Edgar Cardoso o trabalho era uma causa nobre. Não era um suicídio absurdo nem uma maneira de passar o tempo.
Nascido em 11 de Maio de 1913 no Porto, Edgar Cardoso tem um currículo invejável. Formou-se em Engenharia Civil na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto em 1937. No ano seguinte iniciou a carreira profissional na Direcção dos Serviços de Pontes da Junta Autónoma das Estradas, organismo que lhe adjudicou a elaboração dos anteprojectos da Ponte da Arrábida, no Porto, uma das suas obras mais emblemáticas. É a ponte portuguesa com o maior arco em betão e um exemplo da preocupação de Cardoso em integrar a obra concebida na paisagem. Também a Ponte São João, no Porto, a Ponte da Figueira da Foz ou a Ponte Nobre de Carvalho, em Macau, são prova deste princípio que norteia o seu trabalho.
Todas as pontes se distinguem, aliás, pela imponência da estrutura, estética e leveza. Verdadeiras esculturas que resultam de um empenho feroz do autor em surpreender. Edgar Cardoso tinha apetência para romper com os regulamentos. Recusava as soluções-padrão. Uma linha de pensamento que colidia com o espírito conservador dominante. Ficou conhecido pela personalidade polémica. Ficaram famosos episódios controversos, como os pulos que deu sobre a pala do Estádio de Alvalade para atestar a sua segurança, atitude que lhe assegurou inimizades no Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Registado ficou também o alarme público sobre o mau estado de conservação das infra-estruturas portuguesas. Edgar Cardoso não se contentava com a mediocridade. Para ele, querer o impossível é a melhor maneira de realizar o possível.
Com extraordinária capacidade inventiva e habilidade manual, Cardoso construía modelos ou maquetas das suas estruturas em diversos materiais - gesso, cortiça, cartão, etc. - e media, com aparelhos inventados por si, o seu comportamento estrutural. Na altura, a prática era recorrer a modelos numéricos, mas o arquitecto foi pioneiro na utilização dos modelos físicos (1939-1940). Com isso, fez escola em Portugal. “Há matemáticos intuitivos. Ele construía a partir de modelos, da sua habilidade táctil, de sentir as coisas e a força das peças, e não tanto a partir do cálculo enquanto matemática pura”, explica o arquitecto José Manuel Fernandes. O seu desprezo pelas fórmulas matemáticas era sobejamente conhecido.
A dura e irascível personalidade de Edgar Cardoso era também notória nas aulas. Foi professor catedrático no Instituto Superior Técnico, actividade que interrompeu entre 1975 e 1980 por ser acusado de defender o antigo regime. Não suportava ouvir despropósitos dos alunos e não perdia oportunidade de ridicularizá-los, “não para destruir”, dizia, mas para “obrigar a bem construir”. Marcou uma geração. Hoje, muitos engenheiros seguem os seus ensinamentos, métodos de observação e modelos físicos.
Edgar Cardoso projectou ainda o prolongamento do Aeroporto da Madeira, os suportes da alameda do Parque Eduardo VII sobre a Estufa Fria, o Cine-Teatro Império, os hotéis Aviz e Sheraton, em Lisboa, os edifícios das faculdades de Letras, Medicina e Matemática da Universidade de Coimbra, a Ponte Cuanza, em Angola, e a Ponte Zambeze, em Moçambique. Como disse, em Junho deste ano, o primeiro-ministro José Sócrates à Agência Lusa, Edgar Cardoso “fez muito pela internacionalização da construção civil portuguesa”.
Nascido em 11 de Maio de 1913 no Porto, Edgar Cardoso tem um currículo invejável. Formou-se em Engenharia Civil na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto em 1937. No ano seguinte iniciou a carreira profissional na Direcção dos Serviços de Pontes da Junta Autónoma das Estradas, organismo que lhe adjudicou a elaboração dos anteprojectos da Ponte da Arrábida, no Porto, uma das suas obras mais emblemáticas. É a ponte portuguesa com o maior arco em betão e um exemplo da preocupação de Cardoso em integrar a obra concebida na paisagem. Também a Ponte São João, no Porto, a Ponte da Figueira da Foz ou a Ponte Nobre de Carvalho, em Macau, são prova deste princípio que norteia o seu trabalho.
Todas as pontes se distinguem, aliás, pela imponência da estrutura, estética e leveza. Verdadeiras esculturas que resultam de um empenho feroz do autor em surpreender. Edgar Cardoso tinha apetência para romper com os regulamentos. Recusava as soluções-padrão. Uma linha de pensamento que colidia com o espírito conservador dominante. Ficou conhecido pela personalidade polémica. Ficaram famosos episódios controversos, como os pulos que deu sobre a pala do Estádio de Alvalade para atestar a sua segurança, atitude que lhe assegurou inimizades no Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Registado ficou também o alarme público sobre o mau estado de conservação das infra-estruturas portuguesas. Edgar Cardoso não se contentava com a mediocridade. Para ele, querer o impossível é a melhor maneira de realizar o possível.
Com extraordinária capacidade inventiva e habilidade manual, Cardoso construía modelos ou maquetas das suas estruturas em diversos materiais - gesso, cortiça, cartão, etc. - e media, com aparelhos inventados por si, o seu comportamento estrutural. Na altura, a prática era recorrer a modelos numéricos, mas o arquitecto foi pioneiro na utilização dos modelos físicos (1939-1940). Com isso, fez escola em Portugal. “Há matemáticos intuitivos. Ele construía a partir de modelos, da sua habilidade táctil, de sentir as coisas e a força das peças, e não tanto a partir do cálculo enquanto matemática pura”, explica o arquitecto José Manuel Fernandes. O seu desprezo pelas fórmulas matemáticas era sobejamente conhecido.
A dura e irascível personalidade de Edgar Cardoso era também notória nas aulas. Foi professor catedrático no Instituto Superior Técnico, actividade que interrompeu entre 1975 e 1980 por ser acusado de defender o antigo regime. Não suportava ouvir despropósitos dos alunos e não perdia oportunidade de ridicularizá-los, “não para destruir”, dizia, mas para “obrigar a bem construir”. Marcou uma geração. Hoje, muitos engenheiros seguem os seus ensinamentos, métodos de observação e modelos físicos.
Edgar Cardoso projectou ainda o prolongamento do Aeroporto da Madeira, os suportes da alameda do Parque Eduardo VII sobre a Estufa Fria, o Cine-Teatro Império, os hotéis Aviz e Sheraton, em Lisboa, os edifícios das faculdades de Letras, Medicina e Matemática da Universidade de Coimbra, a Ponte Cuanza, em Angola, e a Ponte Zambeze, em Moçambique. Como disse, em Junho deste ano, o primeiro-ministro José Sócrates à Agência Lusa, Edgar Cardoso “fez muito pela internacionalização da construção civil portuguesa”.

domingo, 12 de abril de 2009
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Programa DINÂMICA
1 CLS
2 BORDER 0: PAPER 0: INK 7: CLS
3 PRINT "INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA": PRINT
4 PRINT "INSTITUTO"
5 PRINT "SUPERIOR"
6 PRINT "DE"
7 PRINT "ENGENHARIA"
8 PRINT "DE"
9 PRINT "LISBOA"
10 PRINT : PRINT
11 PRINT "PROGRAMA: DINÂMICA"
12 PRINT
13 PRINT "Método de Holzer"
14 PRINT
15 PRINT "AUTORES: Copyright (c) 1993": PRINT
16 PRINT "Maria Helena S. J. Cunha Lopes"
17 PRINT "Eduardo F. P. Cunha Lopes J."
18 PRINT : PRINT
19 PRINT "Centro de Estudos de Engenharia Civil/Centro de Calculo - ISEL"
20 PAUSE O: CLS
30 PRINT AT 10,28;"t(s)"
40 PRINT AT 3,1;"f(Hz)"
50 PLOT 50,50: DRAW 0,100
60 PLOT 50,100: DRAW 200,0
70 PLOT 50,100: DRAW 5,-40: DRAW 5,80: DRAW 5,-90: DRAW 5,100: DRAW 5,-80: DRAW 5,95:DRAW 5,-70: DRAW 5,40: DRAW 5,-50: DRAW 5,20: DRAW 5,-4O: DRAW 5,70: DRAW 5,-65: DRAW 5,60: DRAW 5,-55: DRAW 5,5O DRAW 5,-45: DRAW 5,4O: DRAW 5,-35: DRAW 5,30: DRAW 5,-20;; DRAW 5,10: DRAW 5,-5: DRAW 5,0
80 INPUT "Numero de pisos "; n
90 INPUT "Modos de vibração pretendidos "; m
100 DIM m(n): DIM K(n): DIM V(n): DIM X(n): DIM F(n): DIM D(n): DIM W(m): DIM S(m): DIM T(m): DIM c(m)
105 INPUT "Direcção da análise (XX/YY)";D$
110 FOR i=1 TO n
115 PRINT AT 18,0; INVERSE 1; "PISO ";i
120 INPUT "Massa do piso (daKN*seg-2/cm) ",m(i)
130 INPUT "Rigidez do piso (daKN/cm) ",K(i)
140 NEXT i
145 PRINT AT 18,0;"
150 FOR j=1 TO m
151 INPUT "Arbitre a frequência W2 (seq-2) ";S(j)
152 GO TO 154
153 INPUT "Arbitre novamente W2 (seq-2) ",S(j)
154 CLS
155 PRINT TAB 8;"X";TAB 14;"DX";TAB 20;"V";TAB 26;"F": PRINT AT 2,O;"PISO 1"
160 LET X (1) = 1: PRINT AT 2,8;INT ( X (1)*10/10) / 10: LET D(1) = 1: PRINT AT 2,14;INT(D(1)*10 )/10
170 LET V(1)=K(1)*D(1): PRINT AT 2,20; INT (V(1)*10/10
180 LET F(1)=m(1)*S(j)*X(1) : PRINT AT 2,26; INT ( F(1) *10)/10
190 FOR i=2 TO n
200 LET V(i)=V (i -1)-F ( i -1)
210 LET D ( i) =V( i) /K (i)
220 LET X ( i)=X ( i -1)+D ( i)
230 LET F ( i ) =m( i ) *S ( j ) *X ( i )
235 PR I NT " PISO " ; i ; TAB 8 ; I NT ( X ( i ) * 10) /10; TAB 14; I NT ( D ( i) * l O) / l O ; TAB 20 ; I NT V( i)*10)/10; TAB 26;INT ( F( i) *10) / 10
240 NEXT i
250 LET r=V(n)-F(n)
260 PRINT : PRINT "erro= ";r: PAUSE O
270 IF ABS (r)>0.5 THEN GO TO 153
280 LET W(j)-SQR (S(j))
290 LET T ( j ) =2*PI /W(j)
300 LET c(j)=1/T(j)
310 PRINT : PRINT "Frequência f= ";INT ( c ( j)*100)/100;" Hz"
320 NEXT j
340 INPUT "DESEJA IMPRIMIR ? (S/N) ";I$
350 IF I$="n" OR I$="N" THEN GO TO 360
355 INPUT "DESEJA TÍTULO ? (S/N) "; T$
356 IF T$="n" OR T$="N" THEN GO TO 3500
357 IF T$="s" OR T$="S" THEN GO TO 400
360 INPUT "DESEJA NOVO CALCULO ? (S/N) ";N$
370 IF N$="s" OR N$="S" THEN GO TO 1
380 INPUT "CONFIRMA A OPÇÃO ? ; S/N) ";0$
330 IF 0$="s" OR 0$="S" THEN NEW
400 LPRINT "*********************************************************" : LPRINT
500 FORMAT LPRINT "U"
600 LPRINT , CHR$ 14;
700 LPRINT " S E I S M I C A N A L Y S I S "
800 FORMAT LPRINT "E"
900 LPRINT , CHR$ 10;
1OOO LPRINT : LPRINT : LPRINT "**************************************************": LPRINT: LPRINT
1500 FORMAT LPRINT "U"
2000 LPRINT ,CHR$ 14;
2500 LPRINT "DYNAMICS - HOLZER METHOD"
3000 FORMAT LPRINT "E"
3100 LPRINT ,CHR$10;
3200 LPRINT : LPRINT : LPRINT
3500 LPRINT "-------------------"
4000 LPRINT "DIRECTION - "; D$
4500 LPRINT "-------------------"
5000 LPRINT
5100 LPRINT TAB 10;"Mass";TAB 20;"Stiffness": LPRINT
5200 FOR i=1 TO n
5300 LPRINT "LEVEL ";i;TAB l O;m (i);TAB 20 ; K(i)
5400 NEXT i
5500 LPRINT : LPRINT "MODES OF VIBRATION FREQUENCIES"
6000 LPRINT
6500 FOR j=1 TO m
7000 LPRINT "MODE ";j;" : f= ";INT (c(j)*100)/100;" Hz"
7500 LPRINT
8000 NEXT j
9000 RUN
9900 GO TO 1
9999 SAVE "DINÂMICA" LINE 1
Copyright (c) 1993 Eduardo Cunha Lopes
2 BORDER 0: PAPER 0: INK 7: CLS
3 PRINT "INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA": PRINT
4 PRINT "INSTITUTO"
5 PRINT "SUPERIOR"
6 PRINT "DE"
7 PRINT "ENGENHARIA"
8 PRINT "DE"
9 PRINT "LISBOA"
10 PRINT : PRINT
11 PRINT "PROGRAMA: DINÂMICA"
12 PRINT
13 PRINT "Método de Holzer"
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16 PRINT "Maria Helena S. J. Cunha Lopes"
17 PRINT "Eduardo F. P. Cunha Lopes J."
18 PRINT : PRINT
19 PRINT "Centro de Estudos de Engenharia Civil/Centro de Calculo - ISEL"
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30 PRINT AT 10,28;"t(s)"
40 PRINT AT 3,1;"f(Hz)"
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110 FOR i=1 TO n
115 PRINT AT 18,0; INVERSE 1; "PISO ";i
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130 INPUT "Rigidez do piso (daKN/cm) ",K(i)
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145 PRINT AT 18,0;"
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153 INPUT "Arbitre novamente W2 (seq-2) ",S(j)
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190 FOR i=2 TO n
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1OOO LPRINT : LPRINT : LPRINT "**************************************************": LPRINT: LPRINT
1500 FORMAT LPRINT "U"
2000 LPRINT ,CHR$ 14;
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4000 LPRINT "DIRECTION - "; D$
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5100 LPRINT TAB 10;"Mass";TAB 20;"Stiffness": LPRINT
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6000 LPRINT
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7000 LPRINT "MODE ";j;" : f= ";INT (c(j)*100)/100;" Hz"
7500 LPRINT
8000 NEXT j
9000 RUN
9900 GO TO 1
9999 SAVE "DINÂMICA" LINE 1
Copyright (c) 1993 Eduardo Cunha Lopes
sábado, 29 de dezembro de 2007
Structural Engineering Applied Research

BASIC LANGUAGE
DEVELOPED SOFTWARE PROGRAMS
Programa SISMOS1
Classificação da estrutura de acordo com o estabelecido no Regulamento de Segurança e Acções para Estruturas de Edifícios e Pontes (RSA) em função das características dos elementos verticais e horizontais, compreendendo os três tipos de estruturas principais, em pórtico, mista pórtico-parede, ou parede, para além da definição de se tratar de uma estrutura de nós móveis ou de nós fixos.
Programa SISMOS2
Quantificação de cargas permanentes e dos valores quasi-permanentes das cargas variáveis, ao nível dos diversos pisos e acumulação total ao nível das fundações.
Programa SISMOS3
Centros de Massa e de rigidez do edifício, de acordo com o estabelecido no RSA, em função da distribuição dos elementos estruturais, em planta e em altura, e das suas características inerciais.
Programa SISMOS4Cálculo da forças sísmicas de acordo com o método de análise estática simplificada permitido pelo RSA, com estabelecimento da frequência própria fundamental, coeficiente sísmico e cálculo das forças sísmicas ao nível dos diversos pisos.
Programa SISMOS5
Distribuição da forças sísmicas ao nível dos diversos pisos, pelos elementos verticais adjacentes, em função da translacção e tendo em conta o factor "csi" devido à rotação, no caso da existência de um eixo de simetria na estrutura.
Programa SISMOS5a
Distribuição das forças sísmicas em função da distribuição dos diversos elementos estruturais verticais, em planta, pilares ou paredes, tendo em conta os movimentos de translacção e de rotação da estrutura e as excentricidades entre centro de massas e de rigidez nos diversos pisos.
Programa LAJES
Cálculo de esforços em lajes vigadas, armadas em duas direcções, pelo método do American Concrete Institute (ACI).
Programa LAJES2D
Dimensionamento de lajes vigadas, armadas em duas direcções, à flexão simples, pelo método do Comité European du Béton - CEB (diagrama rectangular de tensões).
Programa LAJEFUNG
Cálculo de esforços em lajes fungiformes, com redistribuição de momentos flectores, pelo método das faixas ou dos pórticos equivalentes.
Programa PUNCLAJ
Verificação da segurança de lajes em relação ao punçoamento, nas condições regulamentares estipuladas no Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado (REBAP).
Programa AÇO3
Dimensionamento de lajes armadas numa só direcção, à flexão simples, pelo método simplificado do CEB (diagrama rectangular de tensões).
Programa AÇO2
Dimensionamento de vigas armadas à flexão simples, somente à tracção, ou parcialmente à compressão, pelo método simplificado do CEB (diagrama rectangular de tensões).
Programa ESFAXI
Esforços axiais em pilares nos diversos pisos e ao nível das fundações, com consideração do peso próprio e tendo em conta as reacções das vigas concorrentes nos nós correspondentes.
Programa ESFAXI2
Cálculo de esforços axiais em pilares nos diversos pisos e ao nível das fundações, com consideração do peso próprio, pelo método das áreas de influência, e tendo em conta as diversas combinações de acções.
Programa PILARES
Dimensionamento de pilares à flexão composta, pelo método simplificado permitido pelo CEB e devido a F.Morán.
Programa COMPSIMP
Dimensionamento de pilares à compressão simples.
Programa TIRANTES
Dimensionamento de peças de betão armado à tracção, associada com esforço transverso.
Programa SAPATAS
Dimensionamento de fundações directas, do tipo isolado ou contínuas, centradas ou excêntricas, pelo método das bielas da autoria de A.Guérrin.
Programa GRELHAS
Cálculo de esforços em grelhas, com recticulado de vigas ortogonais e distribuição em planta regular, pelo método da energia de deformação.
Programa ESTACAS
Dimensionamento de fundações indirectas com recurso a estacas, à flexão composta desviada.
Programa NÚCLEO
Dimensionamento de núcleos em betão armado, ou secção de qualquer configuração geométrica, à flexão desviada, da autoria de F. Moran Cabré.
Programa DINÂMICA
Determinação da frequência própria de estruturas pelo Método de Holzer.
Programa ESTÁTICA
Cálculo de esforços em pilares pelo Método de Bowman.
Programa ESTÁTICA2
Cálculo de esforços em paredes pelo Método da Consola Equivalente.
Copyright (c) 1987-2007 Eduardo Cunha Lopes
Identificação
NOME: Eduardo Fernando Pimentel da Cunha Lopes e Jácome
FILIAÇÃO: Eduardo Lopes e Izilda Pimentel da Cunha Lopes
NATURALIDADE: Penha de França - Lisboa (Portugal)
DATA DE NASCIMENTO: 17 de Junho de 1960
ESTADO CIVIL: Casado
TELEMÓVEL: +351966842782
EMAIL: euring_pt@hotmail.com
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
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