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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Em Memória de Eduardo Lopes

Livro editado pela Bubok © em 22 de Dezembro de 2014

Editado no 97º Aniversário do nascimento de Eduardo Lopes (1917 Dez 22 - 1997 Ago 22), um campeão de ciclismo dos anos 40, o maior sprinter e pistard dessa época, juntamente com João Lourenço, o livro biográfico é para além disso, uma singela contribuição do autor para a história do ciclismo nacional, dado que entre 1937 e 1948, são relatadas ao pormenor, praticamente todas as provas de ciclismo realizadas nesse período. O livro, com 373 páginas e abundantemente ilustrado com fotografias da época, apresenta outros motivos de interesse, como sejam o enorme êxito obtido em competições realizadas em Espanha, facto desconhecido para o público em geral e mesmo para uma grande franja do meio velocipédico e o de ter sido o treinador do jovem Américo Raposo, que se tornaria num dos nossos maiores sprinters e pistards de sempre. O livro conta ainda com um capítulo técnico da autoria do mesmo Américo Raposo e o prefácio do Dr. Artur Moreira Lopes, Prof. Eduardo Marçal Grilo e Prof.ª Ana Santos. Um agradecimento especial à Bubok, que num tempo recorde, conseguiu que o mesmo fosse editado no dia comemorativo do seu nascimento, já com todas as correcções devidas, ISBN e Código de Barras. O meu muito obrigado e...
Bem Hajam!

Lisboa, 22 de Dezembro de 2014
Eduardo Cunha Lopes

sábado, 23 de novembro de 2013

Homenagem a um Grande Campeão

Eduardo Lopes - Foto de B.Mateus (1938)

2013 foi um ano marcado com a recordação e a memória do meu tio Eduardo Lopes. Na passagem do ano de 2012 para 2013, lembrei-me dele. Passaram-se já 16 anos sobre o seu falecimento. Pesquisei na Internet se constava algo sobre ele. Sabia que tinha sido um grande ciclista, mas estava longe de imaginar que tinha sido um Grande Campeão. Desde logo, a pesquisa revela algumas fotos de vitórias suas datadas de 1938, constantes no Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Outro link conduz-me até ao Cycling Museum, um website holandês, que comporta o arquivo de todos os ciclistas, os seus palmarés, equipas e provas velocipédicas a nível mundial. Sem dúvida alguma, o maior e mais completo website de ciclismo de competição a nível mundial. Mais de 100.000 ciclistas ali inseridos. Um colosso. Foi aí que me deparei com o seu extenso e precioso curriculum desportivo. O meu tio foi, não só um grande ciclista e um grande campeão, mas também um grande homem, com muitas capacidades intelectuais. Tinha uma sólida formação em soldadura, adquirida na Escola Profissional da C.U.F., que o levou inicialmente a desenvolver a sua actividade na construção de quadros de bicicletas, com oficina aberta e depois, na sua odisseia por terras de África, em Angola, onde orienta e acompanha a construção do oleoduto ("pipe-lines") de Luanda, da Petrangol. Com a independência, retorna à metrópole, onde nos finais dos anos 80, dá formação em soldadura nas instalações do Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ). Elaborou vários manuais volumosos de soldadura, teórico e práticos, muito completos e minuciosos (tive a grata oportunidade de os manusear quando mos emprestou no início da minha actividade profissional), de apoio à sua actividade, infelizmente extraviados. Se tivesse vivido nos EUA, certamente teria sido admitido na American Welding Society (AWS) e sido certificado como um "Certified Welding Engineer (CWEng)".
Até Sempre Tio!
Imensas Saudades.
Nunca serás esquecido.

Eduardo Cunha Lopes

NOTA: Fotobiografia de Eduardo Lopes

sábado, 5 de maio de 2012

UniVersus



Lançamento do Livro e CD UniVersus da autoria do Arqº José Manuel Freire, prezado amigo e colega de trabalho, também autor do belíssimo arranjo musical do Hino da Seigokan, que decorreu no dia 4 de Maio de 2012, pelas 21H30, na FNAC do Colombo, em Lisboa.
O livro estabelece a ligação e pontes entre a chamada Ciência Oculta e a Ciência Moderna.

"José Manuel Amante Rosa Freire nasceu em 1965, na cidade de Lisboa. Em 1990 licenciou-se na Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa.
Paralelamente à diversificada atividade profissional de arquiteto que desenvolve desde então, foi músico a partir de 1986 e membro ativo do Ensemble JER, desde a sua fundação (1990) até 1998, tendo participado em inúmeros recitais, concertos, espetáculos musicais e cénico-musicais, apresentados em território continental, Açores e Espanha.
Há muito que começou a aprofundar estudos no âmbito do Sistema Esotérico, tendo apresentado diversos temas no contexto dos programas estabelecidos em cursos, palestras, convenções e tertúlias, de diferentes durações, promovidos por diferentes organizações, evidenciando-se o Centro Lusitano de Unificação Cultural (CLUC) e a Antiga e Mística Ordem Rosacruz (AMORC):
Entre inúmeras ações de formação, concluiu, em 2007, o 7º e último ano do Curso "O Universo e o Plano Divino", da responsabilidade do CLUC.
Tem escrito artigos para a Revista "Biosofia", designadamente nas secções "Palavras Para Quê", "(O)Culto do Som" e "Mitos e Tradições", tendo nesta última, desenvolvido um artigo mais extenso - "Ecos da Atlântida".
É autor do livro A Atlântida e a Verdade (Re)velada - Breves Reflexões sobre o Sistema Esotérico, editado em janeiro de 2007 (1ª edição) pela Zéfiro - Edições e Atividades Culturais, Unipessoal."

(Apresentação do Autor em www.wook.pt)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Singela Homenagem

ANTÓNIO RODRIGUES GAMEIRO
(1928-2011)


MAIS DE CINQUENTA ANOS AO SERVIÇO DA ENGENHARIA E DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS

Desapareceu um dos grandes lutadores pela causa dos Engenheiros Técnicos em Portugal, e um dos grandes obreiros da Ordem dos Engenheiros Técnicos.
Concluiu o curso de Construções, Obras Públicas e Minas em 1953, no então denominado Instituto Industrial de Lisboa.
Desenvolveu a sua longa e intensa actividade como projectista, empresário e gestor, deixando o seu nome ligado a inúmeros empreendimetos e obras de engenharia civil.
Engenheiro técnico de elevada competência, foi um profissional de alta craveira e um grande lutador, sempre disponível e solidário na defesa da justiça e dos legítimos direitos da nossa classe.
Desde sempre com os engenheiros técnicos, colaborou com toda a disponibilidade, o maior empenho e rigor de procedimentos, o que o tornou como referência e um membro de consulta obrigatória na assunção de todas as posições e medidas para a nossa Classe.
António Gameiro, membro nº 1 da ANET/OET, foi o Presidente da Comissão Instaladora da ANET, nomeado por Portaria de Sua Excelência o Ministro do Equipamento, do Planeamento e Administração do Território.
Várias vezes chamado a participar nos órgãos dirigentes da nossa organização, integrou o Conselho Deontológico da APET, foi Vice-Presidente da ANET, desempenhava actualmente as funções de Conselheiro do Conselho da Profissão da ANET e Coordenava o Gabinete Técnico da ANET.
Pertencia ao grupo restrito dos engenheiros técnicos portugueses, que recebeu o Título de Eur Ing, tendo sido Vice-Presidente do Comité Nacional da FEANI. À família enlutada, a nossa solidariedade e as nossas sentidas manifestações de pesar.
Os engenheiros técnicos perderam um ilustre Colega. Saibamos honrar a sua memória seguindo o seu exemplo de Engenheiro Técnico e Homem.

Copyright © 2011 ANET-Website Oficial

O texto acima é o oficial, publicado no website da ANET. Pela minha parte, não quero de deixar aqui de relembrar o colega e amigo que conheci, apesar da geração que nos separava, quando iniciei a minha prática profissional, já lá vão mais de 20 anos. O tempo voa. E de que maneira... Foi com uma enorme mágoa que tomei inesperadamente conhecimento da sua partida. Apesar da idade já um pouco avançada, ainda há cerca de um ano me cruzei com ele e parecía-me bastante bem. No meu percurso profissional, tive a oportunidade de constatar a sua rectidão de carácter, verticalidade e forte personalidade. Algumas obras nos cruzaram neste caminho, que é a Vida, com uma brevíssima passagem pelo IMOPPI, pelo prestigioso convite que me dirigiu na altura para o integrar e que nos deixam saudades do seu grande profissionalismo, humanismo e companheirismo, só apanágio dos Grandes Homens.

Até Sempre!
Eduardo Cunha Lopes